É uma realidade inevitável no setor automóvel: os construtores chinesas estão a expandir a sua presença no mercado, e Portugal não é exceção. A liderança, nesta altura, é disputada entre duas.
Segundo dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), em 2025 a BYD liderou entre as marcas provenientes da China, com 6.059 unidades vendidas. Foi um crescimento de 94,1 por cento ao comparar com o ano anterior, que lhe permite ocupar o 16.º lugar entre todos os fabricantes.
Não é preciso descer muito na tabela para encontrar a MG em 21.º, com 4.074 automóveis matriculados em Portugal ao longo de 2025 para um crescimento de 73,2 por cento. O terceiro lugar entre as chinesas é ocupado pela Xpeng, que entrou em Portugal em 2024 e, no ano passado, vendeu 900 automóveis. É um avanço de 946,5 por cento, para o qual contribui o facto de ter sido o primeiro ano civil completo.
A Leapmotor estreou-se em Portugal em 2025 com 340 automóveis matriculados, à frente da Dongfeng (147, crescimento de 1.236,4 por cento) e Forthing (100, mais 1.150 por cento face ao ano anterior).
Várias outras marcas começaram a dar os primeiros passos no mercado luso no ano que terminou na semana passada – como a Aion (com 78 matrículas), Changan (54), Deepal (41) ou Omoda (34).
Se, no geral, os fabricantes chineses cresceram em Portugal, a Aiways contraria a tendência: de dez automóveis matriculados em 2024, desceu para apenas um no ano passado.
Vendas dos construtores chineses em Portugal em 2025
BYD: 6.059 matrículas (+ 94,1 por cento)
MG: 4.074 matrículas (+ 73,2 por cento)
Xpeng: 900 matrículas (+ 946,5 por cento)
Leapmotor: 340 matrículas (estreia)
Dongfeng: 147 matrículas (+ 1.236,36 por cento)
Forthing: 100 matrículas (+ 1.150 por cento)
Aion: 78 matrículas (estreia)
Changan: 54 matrículas (estreia)
Deepal: 41 matrículas (estreia)
Omoda: 34 matrículas (estreia)
Voyah: 29 matrículas (+ 262,5 por cento)
Jaecoo: 28 matrículas (estreia)
Nio: 16 matrículas (estreia)
Aiways: 1 unidade (- 90 por cento)
