Sem categoria Mercado agitado? Três mudanças de peso à vista no MotoGP

Mercado agitado? Três mudanças de peso à vista no MotoGP


Desde esta quinta-feira (29 de janeiro), os rumores no paddock do Mundial de MotoGP sobre o mercado de pilotos sugerem que várias mudanças de peso estão à vista para 2027.

 

De acordo com o site Motorsport.com, Pedro Acosta já terá chegado a um entendimento com a Ducati para ser colega de Marc Márquez a partir do próximo ano. O mais jovem dos espanhóis estreou-se em 2024 pela GasGas Tech3 e tem estado sempre ligado à KTM.

Espera-se que o anúncio surja ainda antes do início da época – marcado para 27 de fevereiro a 1 de março na Tailândia – e que desencadeie outras movimentações. A chegada de Pedro Acosta significaria o fim da linha na Ducati para Francesco Bagnaia – construtor ao qual está ligado desde que subiu à classe máxima em 2019, com dois títulos averbados.

Quartararo na Honda, Martín na Yamaha?

Mas há mais especulação, veiculada pelo mesmo órgão especializado – que esta quinta-feira (29 de janeiro) noticiou que Fabio Quartararo está de saída da Yamaha e já terá um acordo com a Honda para 2027 e para 2028.

A confirmar-se, o campeão do mundo de 2021 deixa um fabricante no qual está inserido, também, desde que entrou na classe máxima em 2019: começou na antiga equipa satélite SRT para depois subir à equipa de fábrica.

O lugar de Quartararo poderá ser ocupado por Jorge Martín, também segundo informações do Motorsport.com. O campeão de 2024 chegou à Aprilia no ano passado, mas foi muito condicionado por lesões e ainda não teve as melhores chances de conhecer o potencial da mota.

Em todo o caso, mesmo antes de 2026 arrancar, o piloto já estará a acautelar o futuro e estará perto de firmar com a Yamaha – naquele que seria o terceiro fabricante pelo qual passaria, depois da Ducati (através da satélite Pramac) e da Aprilia. É expectável que o vínculo fique fechado em breve.

Revolução regulamentar

De referir que, à semelhança do que acontece este ano com a Fórmula 1, o MotoGP terá um quadro regulamentar amplamente diferente em 2027.

As motas terão motores com menor cilindrada (desce de 1.000 para 850 centímetros cúbicos) e, consequentemente, deverão ser mais lentas. Também serão alimentados a combustíveis 100 por cento sustentáveis e os depósitos ficam com 20 litros (menos dois do que atualmente).

Existirão restrições à aerodinâmica, com dimensões máximas prescritas para a carenagem frontal e a homologação da aerodinâmica na parte traseira da mota – que só poderá ser atualizada uma vez durante a época. O objetivo é conter custos.

Os controversos dispositivos de ajuste de altura e de holeshot serão proibidos, de modo a que as máquinas fiquem mais seguras.

Estas mudanças visam proporcionar corridas mais equilibradas, com mais ultrapassagens, bem como tornar as motas mais seguras e devolver mais controlo ao piloto.

Miguel Oliveira apresenta-se para 2026 e define objetivo

Miguel Oliveira, estreante no Mundial de Superbike 2026, apresentou-se oficialmente com a equipa da BMW esta terça-feira (27 de janeiro). Estar à altura do desafio é o seu objetivo nesta altura.

Bernardo Matias | 11:17 – 28/01/2026

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