Surgem cada vez mais automóveis que contam predominantemente com controlos digitais táteis através dos ecrãs digitais a bordo. A Mini quer ter um equilíbrio nos seus modelos.
Desde 2013 que os Mini são contemplados com um grande ecrã OLED tátil central que alia tecnologia moderna com um certo design retro. E continua a encontrar-se uma razoável quantidade de botões de controlo físicos, também com um desenho retro.
Holger Hampf, diretor de design da Mini, comentou com o site Motor1.com que há uma “tendência geral” de pessoas a pedirem o regresso dos botões físicos tradicionais.
Algo que, sublinhou, vai ao encontro da estratégia da Mini: “Acredito que é muito bom, porque estamos à procura desse misto de interface digital e possibilidades físicas“.
Para o designer, é vital encontrar um equilíbrio ideal entre cada uma das experiências a bordo – a digital e a analógica. E explicou o motivo: “Se fores digital demais, perdes a ligação da personalidade pela qual a marca é conhecida. Precisamos sempre de manter essa qualidade analógica pela qual a Mini é conhecida“.
O grande ecrã circular que se encontra ao certo é o único elemento tátil que a Mini quer nos seus automóveis: “É tudo o que precisamos. […]. O tamanho é perfeito, aprimorar a interface digital e, depois, aperfeiçoá-la com a interação física é perfeito para a Mini”, garantiu Holger Hampf.
