A Toyota quer melhorar os seus processos, desde os serviços ao cliente à própria produção, com o presidente Koji Sato a expressar algumas preocupações neste início de 2026.
No discurso de saudação aos trabalhadores a propósito do novo ano, o dirigente assumiu que há “vários desafios” pela frente, começando por explicar: “Embora no ano passado o tempo de inatividade de produção tenha sido menos do que no ano passado, o tempo de inatividade devido a problemas de qualidade ou de equipamento está a aumentar“.
Koji Sato está também preocupado com “vários inconvenientes” que os clientes têm tido “nas vendas e serviço” – em particular no Japão, onde não têm a possibilidade de debater “para comprarem os carros que querem”.
Assim, o líder do construtor nipónico deixou claro: “Todos temos de continuar a melhorar em conjunto para fazer e entregar adequadamente carros de qualidade”.
O líder nipónico não deixou de mencionar o enquadramento enfrentado pela Toyota de um “ambiente competitivo” que ficou “ainda mais severo” em “várias regiões”. E outro dos desafios surgiu do tornado que afetou a fábrica de Porto Feliz (Brasil) – sendo prestado apoio e uma resposta por outras regiões para ter um ‘back-up’ de produção.
Também houve elogios
Por outro lado, Koji Sato enalteceu o trabalho feito em 2025 para “avançar”, com os esforços “para melhorar a consciência individual e os processos de trabalho”, num contexto desafiador para lançar novos automóveis com os “vários desafios relativos à certificação e qualidade”.
E frisou: “Fomos capazes de lançar novos carros porque todos nas linhas da frente mantiveram as coisas a avançar ao trabalhar com urgência até ao fim”.
Também fez questão de elogiar o trabalho de todos, incluindo trabalhadores nas linhas da frente, fornecedores e concessionários para ser possível produzir 9,94 milhões de viaturas e entregá-las ao longo do ano passado.
E Koji Sato relembrou, igualmente, aqueles que se encaminharam para a fábrica danificada de Porto Feliz para trabalharem na retoma de produção e prestarem apoio aos trabalhadores locais.
