Sem categoria “Este é o último Fiat 500 com motor a gasolina”, assegura CEO da marca

“Este é o último Fiat 500 com motor a gasolina”, assegura CEO da marca


Originalmente introduzido em 1957, o Fiat 500 regressou modernizado em 2007, como um hatchback citadino – e que também já tem uma variante elétrica.

 

O modelo não está para sair da gama da marca italiana do grupo Stellantis – cujo diretor-executivo, Olivier François foi inquirido pela publicação Auto Express acerca do futuro do modelo.

E, na resposta, afirmou: “Para mim, o 500 é elétrico; temos um carro perfeito com a motorização elétrica. Como todos os outros, havia uma ideia de que o mundo se tornaria elétrico mais rapidamente”.

De facto, segundo o dirigente, os motores a combustão estão de saída da gama 500: “Nem todos os mercados têm as mesmas regras, o nosso ‘ADN’ tem um elemento de relevância social, então temos de nos encaixar e reagir onde quer que nós vamos. É por isso que tomámos esta decisão de fazer o novo 500 com um motor híbrido. Mas é o último 500 com um motor a gasolina“.

O novo Fiat 500 Hybrid chegou à fase de encomendas em Portugal no fim de novembro passado. Pode ser berlina, 3+1 e Cabrio, com três níveis de equipamento (Pop, Icon e La Prima). Ao motor de combustão 1,0 litros, associa-se um sistema híbrido de 12 volts. A potência atinge os 65 cv, sendo que a caixa é manual de seis velocidades.

Na mesma entrevista, Olivier François falou sobre as dimensões do modelo: “Podemos torná-lo mais comprido e largo, mas não podemos torná-lo significativamente mais pequeno”.

Por outro lado, sendo um citadino, pode deduzir-se que o Fiat 500 venha a ter a velocidade limitada: “Limitaria sem problemas os meus carros citadinos, os meus carros mais pequenos, ao que é o limite máximo de velocidade atual”, disse o líder do fabricante do grupo Stellantis à Autocar britânica há algumas semanas.

Fiat admite ‘travar’ velocidade dos modelos citadinos

A Fiat não descarta limitar a velocidade dos seus modelos citadinos e de menores dimensões, em linha com os limites legais de muitos países europeus – e dispensando tecnologias que fazem aumentar os preços.

Bernardo Matias | 11:16 – 14/01/2026

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