Há pouco mais de uma semana, a Toyota anunciou Kenta Kon como presidente e diretor-executivo a partir de 1 de abril – ocupando as funções atualmente na posse de Koji Sato.
O futuro vice-presidente e diretor de operações industriais falou dos motivos para as mexidas: “Esta reorganização visa uma mudança estrutural, que nos permita dedicar todas as nossas energias a enfrentar os desafios de gestão que a Toyota irá enfrentar no futuro”.
O dirigente espera que existam dois principais desafios: “A capacidade de gerar lucro que irá suster o futuro da empresa”; e “a necessidade de acelerar a colaboração entre indústrias”.
Na primeira destas frentes, disse Koji Sato, é vital melhorar as capacidades da Toyota, que depois de dois anos de construção de alicerces está “a entrar numa fase em que procurará maior produtividade e ainda maior qualidade e acessibilidade no fabrico de automóveis”.
Quanto à colaboração, Koji Sato defende união no setor para manter a competitividade internacional. É da opinião que “a chave reside na colaboração com parceiros em diferentes indústrias”, pelo que considera que a empresa tem um papel que “está a ficar mais importante do que nunca”.
Foi este o contexto que levou a “considerar a estrutura de liderança ideal da Toyota”. A convicção é que seria necessário alterar o alinhamento da equipa de gestão, em prol do futuro não só da Toyota, como do setor.
Kenta Kon será presidente e diretor-executivo, com foco “na situação interna”. Já Koji Sato passará a ser vice-presidente e diretor de operações industriais, concentrando-se “cada vez mais em atividades centradas na indústria, incluindo a Associação de Construtores Automóveis Japoneses e Keidanren”.
Garantiu o responsável que continuará “a trabalhar na linha da frente para ligar a Toyota à indústria e acelerar a colaboração no setor”.
